1º Encontro Espiral do Saber – Sugestões para leitura 2

1º Encontro Espiral do Saber – Sugestões para leitura 2

Neste ano, o CEB está promovendo encontros com a comunidade para fomentar reflexões sobre educação, com o objetivo de nos tornarmos – trocando ideias e experiências – melhores na tarefa de educar nossos filhos.

Para ampliar temas discutidos no primeiro encontro realizado em 25/5, compartilhamos, hoje, mais dois textos que foram referências para discussões propostas na primeira reunião. Ambos foram inspirados em artigos escritos por Rosely Sayão* e também fazem parte de situações cotidianas de todas as famílias.

* Rosely Sayão é psicóloga, consultora em educação e autora de vários livros

Aqui estão os sites de origem e, logo abaixo, os textos:

Papai Noel existe?

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1312200709.htm

Adolescência e Autonomia

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1405200925.htm

………………………………………..

Papai Noel existe?

A mãe de uma garota com quase seis anos quer saber quando deve dizer à filha que Papai Noel não existe. Outra leitora, que não comemora o Natal por motivos religiosos, pergunta se os filhos – com menos de cinco anos – sofrem com essa diferença, já que até na escola o assunto do momento é a expectativa com a data. Outra quer saber se deve pedir aos familiares que não deem brinquedos eletrônicos aos filhos, já que ela não os considera adequados. Pois bem: vamos pensar a respeito de questões que afligem tantos pais nesta época.
O primeiro ponto a se levar em conta é que a primeira infância, que dura aproximadamente seis anos, é um período vivido de modo mágico. A imaginação nessa fase é fantasiosa, o mundo real tem menor peso do que o mundo do faz-de-conta e a relação com a vida é totalmente lúdica. É por isso que as figuras míticas fazem sucesso entre crianças dessa idade.
A passagem de uma fase para a outra não é repentina: é com suavidade que a criança se despede da primeira infância para entrar na vida marcada pelos signos do mundo adulto. Deixar de acreditar em Papai Noel é só um sinal que ela dá de seu crescimento, e ela própria anuncia aos pais a hora certa para ter suas suspeitas confirmadas. A filha de nossa leitora, por exemplo, disse: “Mãe, Papai Noel não existe, mas a fada dos dentes existe, não é?”
O que a criança pede aos pais é simples: o acompanhamento do ritmo em que trilham essa passagem. Para tanto, basta os adultos ouvirem os filhos com atenção. Eles dão as dicas.
O segundo ponto a se considerar é que, para os filhos, as referências que os pais lhes dão com segurança e coerência é que valem. Assim, as crianças cujas famílias não comemoram o Natal até podem enfrentar frustrações, mas essas vivências fazem parte da formação de sua identidade. Aliás, reconhecer as diferenças e vivê-las é um passo importante para a criança aprender a se respeitar como é e a respeitar os outros.
Finalmente, vamos pensar sobre os presentes. Será que os pais devem chegar ao ponto de controlar o que as crianças ganham? Alguns, como nossa leitora, têm a intenção clara de, ao restringir eletrônicos, garantir um estilo de vida infantil aos filhos. Outros, como um que solicitou que não dessem roupas, querem evitar que estes se decepcionem com o que ganham.
O fato é que é no cotidiano de convívio com os filhos que os pais precisam tomar suas providências e passar seus valores. Assim, se os filhos ganham algo que os pais não consideram adequado e não querem que ele use definitiva ou temporariamente, basta comunicar a decisão, que pode ser a de guardar o objeto até o momento em que julguem que o filho possa usar.
Quanto aos brinquedos, temos dado importância exagerada a eles. É preciso considerar que eles servem apenas de suporte para as brincadeiras, e que estas sim é que importam.
As atitudes dos pais frente a tais situações são simples e sensatas, mas costumam gerar protestos dos filhos. Normal: afinal, educar supõe mesmo desagradar aos mais novos, lembram-se disso?

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1312200709.htm

………………………..

Adolescência e Autonomia

[…] OS PAIS NÃO PODEM DAR AUTONOMIA AOS FILHOS: DEVEM CEDER ESPAÇO QUANDO ELES SE MOSTRAM CAPAZES DE EXERCÊ-LA

Muitos pais estão confusos quanto ao seu papel educativo quando os filhos atingem a adolescência. Uma mãe conta que o filho de 15 anos aderiu ao uso do narguilé (espécie de cachimbo) e que ela não sabe que atitude tomar. Diz que, apesar de saber que pode ser prejudicial à saúde, fica na dúvida se deve ou não proibir o uso, já que o filho poderá fumar escondido.

A mãe de uma garota que fará 15 anos diz que, mesmo sabendo que menores não devem ingerir álcool, servirá “bebida leve” com parcimônia na festa, pois, diz a filha, sem bebida os amigos não irão e a mãe quer que a reunião seja um sucesso.

Os pais de um jovem de 17 anos permitiram ao filho que levasse a namorada para dormir em casa por acharem que, dessa maneira, estariam garantindo segurança ao casal. O problema é que, além de o jovem ter trocado várias vezes de namorada em um curto espaço de tempo, agora se relaciona com duas simultaneamente.

O casal não sabe que atitude tomar porque acredita que não pode voltar atrás com o filho, que, afinal, já é quase um jovem adulto, mas não se sente à vontade com o que acontece.

Há algo em comum em todos esses casos: os pais abriram mão de sua coerência em nome da proximidade com o filho, da alegria e da satisfação dele. Em nenhum dos casos citados há convicção dos pais nas atitudes tomadas; há justificativas, apenas. Será que vale a pena fazer isso? Vamos analisar as consequências de atos desse tipo.

Considero que a educação que os pais dão aos filhos, seja ela do tipo que for, funciona como uma direção imposta a eles. Dessa maneira, eles aprendem o rumo que aquela família considera bom ou adequado. Mais ou menos como uma bússola: ela aponta sempre para o norte. Quem sabe usá-la e tem autonomia para escolher caminhos pode usar o instrumento como referência mesmo quando não quer ir para a direção apontada.

A educação que os pais dão aos filhos é assim: funciona como norte, como referência aos filhos, que, ao atingirem a autonomia, terão condição e liberdade de escolher outras direções para sua vida. Sem direção certa, os mais novos correm o risco de se perderem. A pergunta é: os adolescentes têm autonomia para tais escolhas? Ainda não. Adolescência é tempo de amadurecer, e amadurecer significa ganhar experiência a respeito da própria vida e da vida em comum, dar duro para estabelecer planos e aprender a agir para alcançá-los, batalhar para entender que direitos e deveres caminham juntos e que toda escolha gera consequências.

Autonomia é uma conquista árdua. Não é um ganho. Os pais não podem dar autonomia aos filhos: devem ceder espaço quando eles se mostram capazes de exercê-la. Ceder a casa – espaço dos pais – para que os filhos bebam, fumem, tenham encontros íntimos, não colabora em nada para que conquistem autonomia. O adolescente ainda exige tutela dos pais, que devem ter e manter a autoridade para exercê-la. Essa atitude permitirá o acesso dos filhos à maturidade exigida pela vida adulta.

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1405200925.htm

 

 

CEB – Centro Educacional Brandão
http://www.ceb.g12.br
Alameda dos Tupiniquins, 997 – Moema – SP

Anúncios
1º Encontro Espiral do Saber – Sugestões para leitura 1

1º Encontro Espiral do Saber – Sugestões para leitura 1

Neste ano, o CEB está promovendo encontros com a comunidade para fomentar reflexões sobre educação, com o objetivo de nos tornarmos – trocando ideias e experiências – melhores na tarefa de educar nossos filhos.

Para ampliar temas discutidos no primeiro encontro realizado em 25/5, a partir de hoje, compartilharemos dois textos que foram referências para discussões propostas nessa primeira reunião. Ambos foram inspirados em artigos escritos por Rosely Sayão* e também fazem parte de situações cotidianas de todas as famílias, tais como festas de aniversário, birras…

* Rosely Sayão é psicóloga, consultora em educação e autora de vários livros

Aqui estão os sites de origem e, logo abaixo, os textos:

Heranças de Família

http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2008-05-01_2008-05-15.html

Ficou sem brigadeiro, mas ganhou educação

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1210200003.htm

………………………………………..

Heranças de Família

Recentemente, li um artigo sobre o caráter descartável de quase tudo na sociedade que enfatiza o consumo. Um trecho me chamou a atenção, porque o autor ressaltou uma perda significativa. Cada vez menos as pessoas deixam de herança aos filhos algum objeto de uso doméstico. Isso ocorre porque quase todos têm pouca durabilidade e também porque a moda é muito transitória.

Ele usou exemplos interessantes: até há pouco tempo, quase todas as famílias tinham algum móvel antigo que pertencera a algum antepassado -ou uma batedeira de bolo, uma máquina manual de moer carne etc. Lembrei-me de que tenho, em minha sala, um móvel antigo comprado por meu pai antes de eu nascer. Toda vez que passo por ele, lembro-me com carinho de meu pai, da minha infância e de seus ensinamentos. Sempre me emociono.

Mais do que decorar a casa, a função desses objetos é a de corporificar a história da família, lembrar às pessoas as suas origens. Pelo visto, as novas gerações não terão essa sorte.

Tal pensamento me fez associar a um outro: assim como os objetos de uso geral têm se tornado descartáveis, as tradições familiares têm se perdido. Corremos o risco de nos tornarmos uma geração de famílias anônimas: sem identidade própria, sem tradições nem costumes.
Desse modo, tanto faz ter este ou aquele sobrenome.

Muitos pais têm desistido de transmitir aos filhos o que receberam de seus pais no convívio familiar: certos costumes de reuniões com parentes, de estilo de comemorar datas e presentear, de maneiras de encarar as dificuldades da vida e, principalmente, o valor de algumas atitudes. Tudo isso em nome da mudança dos tempos.

Um fato é verdadeiro: o mundo hoje é diferente do mundo em que esses pais foram criados, por isso parece que nada do que aprenderam com seus pais serve para a educação de seus filhos. Mas essa idéia tem um problema: o de que a história pode ser ignorada.

Isso significa, como um amigo gosta de dizer, que os pais precisam, a cada dia, na relação com os filhos, “inventar a roda, começar do zero”. Isso torna tudo mais difícil, pois exige que os novos pais façam várias escolhas diariamente, e escolher é um processo complexo.

Tomemos um exemplo banal: a vida escolar dos filhos. Recebo, com regularidade, dúvidas dos pais sobre como proceder: acompanhar ou não as lições de casa, estudar ou não com os filhos, comparecer ou não às reuniões da escola, impor a leitura de tantos livros por mês ou não etc. O mais interessante é que, em quase todas as correspondências, eles dizem que, quando freqüentaram a escola, não tiveram esse tipo de ajuda dos pais.

A tradição de muitas famílias de delegar a responsabilidade escolar aos filhos tem se perdido, portanto. Por quê? Porque o êxito escolar hoje em dia tem sido muito mais valorizado.

Temos feito de tudo para dar aos filhos o que nossos pais não puderam nos dar, mas, ao mesmo tempo, temos negado ofertar a eles coisas importantes que herdamos. Talvez seja possível encontrar um equilíbrio nessa relação.

Fonte:

http://blogdaroselysayao.blog.uol.com.br/arch2008-05-01_2008-05-15.html

………………………..

Ficou sem brigadeiro, mas ganhou educação

Quem não se incomoda quando está em uma fila e observa alguém, na maior falta de cerimônia, passar à frente fingindo que não percebe que muitas outras pessoas esperam por sua vez? Quem não se irrita quando anda pelas ruas e precisa, durante todo o tempo, desviar das pessoas que não enxergam nada, a não ser o próprio caminho? Quem não se sente enfurecido quando, ao atravessar uma rua na faixa de pedestre, precisa correr para não ser atropelado por um motorista que faz uma conversão proibida? Quem não se exaspera quando é empurrado em um local público, quando vê alguém sujar esse espaço com lixo individual?
Infelizmente, a lista de atitudes desse tipo poderia ocupar o espaço todo da coluna. Depois dizem que nossas crianças e nossos jovens carecem de limites. Pois sim! Todos os exemplos citados envolvem adultos, apenas eles. E, claro, como são os adultos que educam, ou não, os filhos, é esse tipo de futuro adulto que estamos deixando para este mundo. Por que temos filhos? Por muitos motivos, mas, em especial, para que o mundo continue e permaneça. E depende da educação que damos aos filhos a forma como este mundo vai continuar.
E, então, você já se perguntou como está educando o seu filho?
Você está preparando seu filho para ser um vencedor, para ser esperto, para saber competir e ganhar, ou para ser uma pessoa solidária, cooperativa, que sabe respeitar os outros e as regras da convivência coletiva?
Não, não estou me referindo a etiquetas, e é bom fazer logo essa distinção. Uso um exemplo: uma criança de menos de 6 anos vai a uma festa de aniversário, acompanhada pela mãe. Lá são servidas várias guloseimas à criançada, e uma mesa com o bolo e toda enfeitada com doces, entre eles o brigadeiro -ah, o delicioso brigadeiro, tentação quase irresistível-, permanece posta no centro do espaço. O usual é que só depois do tradicional parabéns ao aniversariante e o corte do bolo é que a mesa possa ser devidamente atacada. Todos os adultos presentes sabem disso, lógico.
Mas, às crianças, o que fica mesmo é a imensa vontade de comer o brigadeiro, todo vistoso e exibido lá na mesa. Pois bem, nessa festa eles se serviram do brigadeiro antes da hora. A mãe a que me refiro manteve-se firme em sua postura e não permitiu que o filho fizesse o mesmo. Resultado? Depois de o “parabéns” cantado, o filho caiu no choro por não ter-lhe sobrado um único brigadeiro. E foi aí que surgiu a dúvida para essa mãe: quando viu o sofrimento e a frustração do filho.
Deveria ela ter permitido que o filho seguisse os demais? Não, claro que não, se o que ela pretende é preparar o filho para que ele seja um adulto educado. Educado, e não apenas com bons modos, e não apenas que sabe obedecer as etiquetas do convívio social.
Saber esperar, conter uma vontade e, no caso dessa criança, arcar com a frustração de não saborear o brigadeiro é um custo, sem dúvida. Mas esse custo, esse sofrimento, tem um objetivo claro: permitir que o filho consiga ver além de si mesmo, de suas vontades imperiosas, de suas atitudes individuais e aprenda, cada dia um pouco, a se comportar como um ser que vive com outros.
Quando você sofrer novamente uma situação qualquer de desrespeito à vida em grupo, pense em seu filho, lembre-se do futuro e de como isso depende da educação que você lhe dá. Ensinar seu filho a ser esperto, a tirar vantagens individuais da vida, pode ter um custo muito mais alto do que, no presente, isso pode parecer.

Fonte:

http://www1.folha.uol.com.br/fsp/equilibrio/eq1210200003.htm

 

 

CEB – Centro Educacional Brandão
http://www.ceb.g12.br
Alameda dos Tupiniquins, 997 – Moema – SP

Sugestões para brincar em casa com os filhos

Sugestões para brincar em casa com os filhos

Dia 28 de maio é o Dia Internacional do Brincar.

No Brasil, o movimento Aliança pela Infância (Alliance for Childhood – uma rede que atua, desde 1997, facilitando a reflexão e a ação das pessoas que se preocupam com o cuidado e com a educação das crianças) tornou essa comemoração em a Semana Mundial do Brincar, que ocorre de 22 a 28/5.  Anualmente há um tema, e neste ano é “O Brincar que Encanta o Lugar”.

……….

Um dos nossos valores é o Direito à Infância. O CEB valoriza, respeita e preserva a infância em sua essência, garantindo aos alunos o direito de ser criança que brinca, experimenta, cria, imagina, descobre, ensina e aprende.

Além das atividades de recreação que acontecem diariamente para os alunos da Educação Infantil e Ensino Fundamental 1, em especial, nesta semana, todos participaram de atividades recreativas em comemoração à Semana Mundial do Brincar.

Pensando em atividades para brincar com as crianças em casa e torná-la também um lugar encantado, seguem, abaixo, de acordo com a faixa etária, sugestões extraídas do livro “Brincar é preciso/Guia para mães, pais, educadores e para quem possa interessar”, de Marilena Flores – Editora Evoluir Cultural.

Bebês e crianças até 1 ano e meio gostam de:

  • Brincar com seus dedos, pés, paninhos e bonecos de pelúcia quando estiverem em seus berços, camas ou sobre um tapete no chão;
  • Brincar de esconder atrás de panos, lençóis, portas, etc.;
  • Diferentes texturas e tamanhos para tocar;
  • Entrar em contato com diferentes aromas: flores, temperos, sachês de chás, etc.;
  • Imitar gestos e sons de animais;
  • Pular sobre a cama, rolar no tapete, engatinhar, balançar os joelhos, etc.;
  • Utilizar brinquedos empilháveis com diferentes tamanhos e cores, com argolas ou de puxar;
  • Brincar com móbiles suspensos ou presos nas laterais do berço, os que emitem sons e luzes, de várias texturas, que apresentem contrastes de cores;
  • Ouvir músicas de ritmos calmos e palavras importantes para o desenvolvimento da linguagem. Gostam de utilizar objetos com diferentes sons como brinquedo de guizo e chocalhos;
  • Ouvir histórias curtas e ver livros com figuras simples e com texturas. Estes podem ser de pano ou material lavável e macio.

 

Crianças de 1 ano e meio a 3 anos apreciam:

  • Brincar de imitar gestos tais como lavar o rosto, limpar a casa ou engatinhar;
  • Brincar de “Imitar o Mestre”, ou seja, faça tudo que o Mestre mandar tal como andar de quatro, cantar como um galo, etc.;
  • Jogos corporais de equilibrar-se em um pé só, pular com os dois pés, correr com olhos fechados, brincar com bola ou rastejar em um túnel;
  • Ouvir uma pequena história e imitar os personagens principais, utilizando fantoches;
  • Brincar de “Faz-de conta”, fantasiando-se ou usando uma roupa velha ou de adulto;
  • Utilizar grandes caixas de papelão para fazer carros, lojas ou somente para explorar;
  • Utilizar blocos grandes de construção e de encaixe, em cores variadas;
  • Brinquedos com movimento e rodas: carrinhos de puxar ou empurrar, triciclos, cavalinho de pau;
  • Jogos com bola, brincadeiras com balões (bexigas);
  • Brincar com terra, areia e água;
  • Manusear diferentes instrumentos, tocá-los e cantar. Gostam das brincadeiras que envolvem música, gestos e expressão corporal;
  • Brincar com outras crianças, compartilhando um mesmo objeto, como por exemplo, entrar em uma caixa e ser empurrado, jogar bola, vestir uma boneca, etc.;
  • Brincar com crianças mais velhas o que desperta o senso de cuidado e oferece para as menores, modelos a serem seguidos.

 

Crianças de 3 a 4 anos gostam de:

  • Brincadeiras de roda, pular, correr, escalar, rolar, escorregar, etc.;
  • Andar de bicicleta;
  • Brincar com terra, água e areia;
  • Massa para modelar, tintas com cores variadas para pintar;
  • Brinquedos com movimento como carros, trenzinhos, aviões, barcos, etc.;
  • Brincadeiras de “Faz-de-conta”. Brincar de casinha, mamãe e papai. Gostam de imitar as atividades dos adultos, além de imitar outros seres;
  • Usar fantasias com seus heróis preferidos, brincar de fantoches e teatrinho.

 

Crianças de 4 a 6 anos apreciam:

  • Brincar de pular, correr, cantar e dançar;
  • Atividades como andar de bicicleta e outros brinquedos com rodas;
  • Brincar com bonecos e bonecas, casinhas, seus utensílios, móveis e vestimentas;
  • Usar fantasias, principalmente dos personagens com os quais se identifica;
  • Ouvir histórias, principalmente os de heróis e heroínas;
  • Teatro de fantoches;
  • Jogos com regras: memória, dominó e de tabuleiro;
  • Jogos de construção;
  • Massa para modelar, forminhas e potinhos, tinta não tóxica;
  • Caminhões, tratores, carros, aviões e trenzinhos.

 

Crianças dos 6 aos 9 anos apreciam:

  • Atividades que estimulem sua autonomia e iniciativa
  • Oportunidades para as brincadeiras espontâneas, o uso de materiais criativos, os jogos, as danças, os cantos, as múltiplas formas de comunicação, de expressão artística, de criação e de movimento;
  • Ir ao parque ou convidar os amigos para brincar em casa;
  • Atividades de iniciação aos esportes que facilitam o aprendizado de regras e de atuação em equipe;
  • Preferencialmente brincar de casinha ou de escola, se forem meninas. Gostam de cantar e dançar, além de brincar com bonecas. Os meninos, as acompanham às vezes, nessas brincadeiras e gostam bastantede jogos com movimentos e desafios;
  • Misturar ingredientes de cozinha e preparar alimentos simples na companhia de adultos;
  • Andar de bicicleta.

 

As crianças de 9 aos 12 anos gostam de: 

  • Jogos com bola, brincar na água, correr, saltar, equilibrar-se ou equilibrar objetos;
  • Mesclar atividades solitárias como ler um livro, assistir TV, com aquelas que incluem exercícios físicos, bem como os jogos em grupo ou com regras;
  • Acompanhar os pais em atividades esportivas ou frequentar clube ou escola esportiva, tudo como brincadeira e estando sempre atentos para evitar treinos agressivos bem como os excessos competitivos;
  • Aprender jogos cooperativos;
  • Participar de torneios de jogos com regras: dominó, xadrez e outros;
  • Atividades criativas como o desenho. Seus trabalhos tem grande riqueza de detalhes;
  • Oportunidades de experimentações científicas;
  • Atividades artísticas como o teatro que, em suas inúmeras formas de representação, é uma ótima oportunidade para que as crianças apresentem, de forma imaginativa, sua visão de mundo;
  • Música e dança;
  • Literatura infantil.

 

CEB – Centro Educacional Brandão
http://www.ceb.g12.br
Alameda dos Tupiniquins, 997 – Moema – SP