Controle Parental nos tablets iOS

Em maio e junho, tivemos encontros no CEB para orientar as famílias sobre o uso de tecnologias móveis e acessos a redes sociais e programas para comunicação instantânea quando usados por crianças e adolescentes.

Nesses encontros, tivemos a participação da equipe do Mosyle que nos apresentou um tutorial para que os pais pudessem conhecer e aprender a restringir algumas funções em tablets e smartphones com sistema operacional iOS (produtos Apple), visando a segurança de seus filhos e um maior acompanhamento do que estes fazem com esses dispositivos e seus recursos.

O arquivo abaixo contém algumas telas e orientações de como ativar as funções de restrição. Mais sugestões, são bem-vindas!

CONTROLE PARENTAL iOS

 

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Alameda dos Tupiniquins, 997 – Moema – SP

Escrita cursiva contribui para o desenvolvimento cerebral

A estimulação psicomotora é um trabalho intencional e intensamente desenvolvido no CEB. Evolui da motricidade mais ampla para a mais fina.

Para os alunos dos primeiros anos, introduzimos o treino da letra cursiva durante as aulas de Atividades Dirigidas. Estas não visam apenas a aprendizagem da escrita, mas contribuir para o desenvolvimento das crianças de modo global.

Leia o artigo no link abaixo e veja as informações de uma pesquisa desenvolvida nos Estados Unidos que conclui que as atividades de escrita cursiva contribuem para o desenvolvimento do cérebro infantil.

http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2015/02/150212_gch_criancas_teclados_fn.shtml?ocid=socialflow_facebook

 

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Cartilha – Família mais segura na Internet

Nesta semana, encontramos uma cartilha muito interessante e atual para orientar os menores, suas famílias e educadores quanto ao uso de diversas ferramentas disponíveis na internet de maneira ética, segura e legal.

A cartilha foi elaborada pelo “Movimento ‘Família Mais Segura na Internet'” e contém muitas situações cotidianas (tais como uso de senhas, publicações nas redes sociais, etc.), ilustrações, orientações e também menciona as leis para cada situação apresentada.

Aqui no CEB usaremos para um trabalho que envolverá alunos do Ensino Fundamental.

Vale a pena ler e compartilhar!

http://www.mpdft.mp.br/portal/pdf/imprensa/cartilhas/Cartilha_Orientativa_Etica_Seguranca_Digital_MPDFT.pdf

cartilha

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Menores de 13 anos no Facebook

Imaginamos que Facebook é um assunto que faz parte da vida de muitos pais de pré-adolescentes e adolescentes. Apesar de ser uma rede social que é proibida para menores de 13 anos, com ou sem a permissão dos pais, muitos usuários mentem a idade para poder participar dela.

No site do Facebook há uma série de orientações a respeito. Vale a pena conferir! (Central de Segurança da Família – https://pt-br.facebook.com/safety/)

Escolhemos dois artigos que abordam esse tema, expondo perigos e também, para quem pensa que ter os filhos menores nessa rede não é um problema, orientações.

Como temos publicado até aqui, crianças e adolescentes que usam internet, tablets, celulares, smartphones e outras mídias ou dispositivos semelhantes devem ser supervisionados e orientados sempre!

Nós, do CEB, temos como princípio seguir as leis vigentes e também concordamos que o Facebook não é um ambiente adequado para os menores de 13 anos. Dependendo da maturidade, nem aos 13! Se há algo ilícito para menores, por ser perigoso ou inadequado, apoiamos que haja restrições.

Seguem os dois artigos para mais momentos de reflexão:

* Este artigo é de 2012, mas a discussão ainda é bem atual. Atentem para que você e seus filhos, que tenham perfil nessa rede, sempre atualizem as configurações de privacidade para maior segurança. Os termos de uso já estão diferentes do informado nesse artigo. Os menores de 18 anos conseguem comunicar-se com o público, em geral, a menos que a configuração que vocês estabelecerem não permita!
http://tecnologia.uol.com.br/ultimas-noticias/redacao/2012/03/09/proibido-para-menores-de-13-anos-facebook-e-cheio-de-criancas-saiba-como-protege-las.jhtm

 

* Neste outro artigo, 8 motivos para não deixar uma criança ter perfil no Facebook. Independentemente de permitir ou não que as crianças o façam, é sempre bom conhecer os perigos da rede para orientar melhor os filhos.
http://www.techtudo.com.br/noticias/noticia/2013/09/oito-motivos-para-nao-criar-um-facebook-para-uma-crianca.html

 

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Uso ético, seguro e legal das novas tecnologias

As novas tecnologias são uma realidade na vida de crianças e adolescentes. Como temos orientado nossos filhos para o uso ético, seguro e legal desses meios?

Nas décadas de 80 e 90, a TV era considerada um grande vilão quando as crianças eram deixadas horas a fio diante dela. Neste caso, estamos falando de uma tecnologia em que o telespectador tem uma postura passiva. Hoje, com a Internet e tudo o que é oferecido a partir dela, as coisas mudam de figura: crianças e jovens interagem com os conteúdos e com pessoas que, muitas vezes, não sabem quem são.

Será que nossos pequenos têm condições de se embrenhar nesse espaço tão cheio de atrativos, distrações, informações e também perigos?

No texto que indicamos abaixo, há uma série de questionamentos que nos fazem, pais e educadores, pensar sobre a qualidade de tempo que temos dedicado a orientar crianças e adolescentes quanto ao uso de tecnologias digitais e o quanto sabemos sobre o que eles fazem na Internet, com smartphones, celulares e/ou tablets.

Valdemar W. Setzer, professor do Departamento de Ciência da Computação do Instituto de Matemática e Estatística da USP, alerta que é preciso muito conhecimento, discernimento, autoconsciência e autocontrole para usar a Internet. Será que crianças e adolescentes têm todos esses requisitos para usar essa tecnologia sem nossa presença e/ou orientação?

A Internet tem uma série de vantagens, mas é preciso cuidado e maturidade para escolher o que ver e fazer com ela.

Boa leitura!

http://www.ipog.edu.br/blog/como-orientar-criancas-e-adolescentes-para-o-uso-etico-seguro-e-legal-das-novas-tecnologias/

 

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Des(conectar)

Segue publicação de artigo de Rosely Sayão, publicado na Folha de São Paulo, em 24/03/2015.

“Muitas pessoas criticam essa nossa mania de ficarmos o tempo todo conectados para nos comunicar com filhos, conhecidos, colegas de trabalho, amigos e parentes. Programas de mensagens instantâneas em aparelhos celulares fazem enorme sucesso, talvez por serem de baixo custo e permitirem a formação de grupos de família, de pais de alunos da classe do filho, de amigos, de colegas que realizam algum trabalho, de chefes e seus auxiliares diretos, de alunos com seus professores etc.

Por outro lado, há piadas, vídeos institucionais, campanhas com mensagens melosas e até um pouco dramáticas apontando o quão pouco é saudável essa nossa ligação com os aparelhos, que ocupam tanto de nosso tempo e nos afastam das pessoas em nossa volta.

Alguns locais, como restaurantes, por exemplo, incentivam, de modo bem-humorado, seus frequentadores a renunciar aos aparelhos enquanto lá estão para uma refeição compartilhada.

Mas esses recursos não têm conseguido abalar nosso apego a esse tipo de comunicação. Creio até que a coluna cervical de muita gente anda reclamando por causa disso. E como o que pode provocar mudanças é mais a ação do que a falação, conto a você, caro leitor, a experiência vivida por uma amiga.

Ela é uma dessas pessoas quase viciadas em comunicação a distância e internet, com suas redes variadas. Tanto que passou a sentir-se culpada por ver seu tempo com os filhos ser engolido por sua dedicação ao celular. Resolveu, então, com o marido e os três filhos, ter um final de semana em que ficariam totalmente desconectados.

Encontraram um hotel que não tinha sinal de celular nem de internet, e para lá foram, tanto animados quanto temerosos, para viver dois dias inteiros sem conexão alguma, a não ser entre eles, e diretamente, olho no olho. Logo na chegada, colocaram todos os aparelhos em uma caixa, que só seria aberta ao final da estadia.

E aí começou uma aventura. No início, foi difícil, reconheceu ela, mas aos poucos eles se envolveram entre si: leram livros, contaram histórias, divertiram-se com jogos de tabuleiro, conversaram.

Ela disse que o marido, os filhos e ela gostaram tanto da experiência de “desconectar para conectar” que adotaram o ritual de guardar os aparelhos de todos em uma caixa pelo menos por algumas horas nos finais de semana.

Considerei essa uma boa sugestão para famílias com filhos que se sentem distantes dos pais. Nem sempre crianças e jovens conseguem perceber o quanto é bom trocar ideias e afetos com os pais e conviver com eles para fortalecer o vínculo, porque também estão muito envolvidos com suas traquitanas tecnológicas e com as redes sociais.

Mas, quando eles descobrem –ou redescobrem– que o relacionamento com os pais e os irmãos, fora das questões administrativas do cotidiano, lhes faz bem, eles se entregam, e o resultado costuma ser visível no humor e até mesmo na busca de uma maior proximidade.

Se nós não dermos a eles oportunidades e chances de se tornar mais sensíveis aos relacionamentos interpessoais humanizados, a vida deles certamente será mais árdua, mais difícil, mais áspera. Algumas horas desconectados nos finais de semana podem lhes fazer um bem enorme! ”

link/fonte: http://www1.folha.uol.com.br/colunas/roselysayao/2015/03/1607126-desconectar.shtml

E então? Será que é mesmo um grande desafio nos desconectarmos das mídias/dispositivos digitais? Saberemos o que fazer com o tempo que sobrar quando estivermos desconectados do mundo digital e conectados ao mundo real e afetivo?

Se tiver sugestões de atividades, compartilhe!!

 

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